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Quais Formas de Testosterona Existem?

A testosterona é o hormônio androgênico usado na transição hormonal transmasculina. Ela é responsável pelo desenvolvimento das características sexuais secundárias masculinas e é o único hormônio usado como base na TH transmasculina.

Não ultrapasse as doses recomendadas de testosterona

Passar da dose recomendada não acelera a masculinização, porque os receptores das células já ficam preenchidos quando a testosterona está na faixa masculina (300 a 1000 ng/dL). Doses acima disso aumentam muito o risco de policitemia (subida perigosa do hematócrito) e baixam o colesterol bom (HDL). Além disso, cerca de 0,2% a 0,5% da testosterona vira estradiol no corpo pela enzima aromatase (Lakshman et al., 2010). Quando a dose é alta demais, esse estradiol extra pode dar retenção de líquido, mudanças de humor e sensibilidade no peito.

Metas de Testosterona no Sangue​

Para uma masculinização plena e segura, o objetivo é manter a testosterona total na faixa fisiológica masculina, geralmente entre 300 e 1000 ng/dL.

Níveis cronicamente acima de 1000 a 1100 ng/dL não trazem benefícios estéticos extras e aumentam desnecessariamente o risco de policitemia (excesso de glóbulos vermelhos). O monitoramento regular permite ajustar a dose para manter os resultados sem provocar sobrecarga ao sistema cardiovascular.


Principais Formas de Usar a Testosterona​

Via Injetável (Intramuscular e Subcutânea)​

A absorção dos ésteres de testosterona em veículo oleoso ocorre de forma lenta a partir do depósito no tecido. Para ésteres de volume pequeno, como o cipionato ou enantato, estudos mostram que a aplicação subcutânea entrega níveis no sangue parecidos com os da aplicação no músculo (Spratt et al., 2017; Herndon et al., 2023).

Sobre a via subcutânea

A WPATH SOC8 reconhece a via subcutânea como alternativa válida à intramuscular para ésteres de pequeno volume (como cipionato e enantato). No entanto, não abordamos a técnica subcutânea neste guia: nosso manual prático de aplicação foca exclusivamente na via intramuscular (única via permitida para formulações de grande volume em óleo de rícino, como o undecilato de 4 mL).

Ésteres disponíveis no Brasil e nomes comerciais:
A testosterona é classificada como substância anabolizante da Lista C5 da Portaria SVS/MS nº 344/1998, sujeita a Receita de Controle Especial. As formulações injetáveis disponíveis incluem:

  • Cipionato de Testosterona (Deposteron®): Usa óleo de amendoim como excipiente.
  • Mistura de Ésteres (Durateston®): Usa óleo de amendoim como excipiente.
  • Undecilato de Testosterona (Nebido® e Hormus®): Usa óleo de rícino como excipiente.

A disponibilidade pelo SUS varia expressivamente entre estados e municípios: o Undecilato de testosterona costuma ser disponibilizado em centros e ambulatórios de referência do Processo Transexualizador em algumas capitais e grandes cidades, enquanto o Cipionato de testosterona possui fornecimento público irregular e não universal na rede básica, levando a maioria dos usuários a adquiri-lo nas drogarias privadas devido ao seu custo mais acessível.

Cuidado com alergia ao óleo de amendoim

As injeções de testosterona usam óleos carreadores diferentes:

Se você tem alergia a amendoim ou sensibilidade severa à soja, passe longe do Deposteron e do Durateston pelo risco de choque anafilático. Nesses casos, a alternativa injetável segura é o Undecilato (que usa óleo de rícino) ou a testosterona em gel.

O óleo de rícino é muito espesso e vem em ampolas de 4 mL. Por isso, a injeção deve ser aplicada bem devagar (no mínimo 2 minutos) e sempre no músculo profundo do glúteo. Nunca aplique óleo de rícino na gordura da pele (subcutânea).

Via Transdérmica (Gel)​

O gel de testosterona é absorvido pela camada córnea da pele, formando um reservatório dérmico que libera o hormônio de forma constante na circulação sistêmica ao longo de 24 horas. Evita o metabolismo de primeira passagem pelo fígado e minimiza as oscilações de pico e vale comuns às injeções de curta duração. A apresentação comercial mais difundida no Brasil é o Androgel® (em envelopes de 50 mg/5 g ou frascos dosadores), além de formulações personalizadas manipuladas em farmácias magistrais.

Disponibilidade:
Disponível exclusivamente no mercado farmacêutico privado e farmácias de manipulação. Em muitas drogarias comerciais, o gel é comercializado sem retenção de receita na prática de balcão, diferentemente das ampolas injetáveis (que exigem receita de controle especial em duas vias).

Risco de Transferência Secundária para Animais de Estimação e Crianças

A testosterona aplicada na pele pode ser transferida acidentalmente por contato direto, lençóis ou lambeduras:

  • O perigo para cães e gatos: carnívoros domésticos são muito sensíveis a andrógenos exógenos. O contato diário com resíduos de gel na pele ou nas roupas induz hiperandrogenismo grave. Em fêmeas, provoca aumento significativo do clitóris (clitoromegalia), inchaço vulvar e alterações comportamentais de agressividade. Em machos e filhotes, causa atrofia testicular secundária, fechamento precoce das cartilagens de crescimento ósseo e queda localizada de pelos (alopecia).
  • O risco para crianças e gestantes: a exposição acidental repetida induz sinais de puberdade precoce (surgimento de pelos pubianos, acne e avanço de idade óssea) e riscos fetais severos na gestação.

Medidas obrigatórias de segurança:

  1. Lave as mãos com água e sabão imediatamente após espalhar o produto.
  2. Cubra o local com roupa: após secar completamente (3 a 5 minutos), vista uma camiseta que cubra os ombros e braços antes de pegar animais no colo ou interagir com outras pessoas.
  3. Nunca permita que animais lambam as áreas de aplicação, mesmo horas após o produto ter secado.
Cuidado Crítico com Exames de Sangue no Uso de Gel

Nunca colha sangue no mesmo braço onde aplicou o gel. A agulha de punção venosa pode arrastar resíduos microscópicos da derme para dentro do tubo, gerando laudos falsos com valores acima de 2.000 ng/dL. No dia da coleta e na véspera, aplique o gel exclusivamente no braço oposto ao do exame.

Via Oral​

As formulações orais de testosterona não são comercializadas regularmente no Brasil. Os derivados alquilados em C17 apresentam alto risco de hepatotoxicidade e não são recomendados nas diretrizes atuais.


Comparação Técnica dos Ésteres de Testosterona​

Éster de TestosteronaNome ComercialCaracterística PrincipalDisponibilidade no SUS
UndecilatoNebido® / Hormus®Ação prolongadaSim (em serviços de referência)
CipionatoDeposteron®Ação intermediáriaVariável / Rara (depende do município)
Mistura de ÉsteresDurateston®Ação intermediáriaNão
Gel transdérmicoAndrogel® / ManipuladoAbsorção cutâneaNão

Por que a Testosterona é o Único Hormônio Usado na Transição Hormonal Transmasculina?​

A testosterona exerce efeito supressor direto sobre o eixo hormonal através de um mecanismo de autorregulação (o corpo entende que já tem hormônio suficiente e para de mandar produzir), reduzindo a secreção de GnRH, LH e FSH. Essa ação resulta na diminuição da produção natural de estrogênio pelos ovários.

Diferentemente da terapia hormonal feminizante, a testosterona geralmente não requer o uso concomitante de antiandrogênicos. Outros andrógenos sintéticos não substituem adequadamente a testosterona, especialmente pela ausência de aromatização para estradiol, importante para a manutenção da densidade óssea.


Riscos Clínicos e Monitoramento​

O uso de testosterona exige monitoramento clínico e laboratorial periódico, incluindo:

  • Hemograma (controle de policitemia): Em um acompanhamento de 1.073 homens trans por até 20 anos em Amsterdã (Madsen et al., 2021), 11,1% dos participantes apresentaram hematócrito acima de 50% confirmado em duas medições consecutivas (taxa que foi de 24,0% se considerada uma única medição isolada). Já o hematócrito acima de 54% ocorreu em 2,2% em medição isolada, mas apenas 0,5% mantiveram essa elevação em medição repetida consecutiva. O aumento excessivo de glóbulos vermelhos foi menos comum em quem usava gel transdérmico e bem mais frequente nas injeções, tanto nas de curta duração quanto no undecilato de testosterona de longa duração (que teve quase 3 vezes mais chance de elevar o hematócrito do que o gel). Fumar, ter mais idade ou IMC alto também aumentam esse risco.
  • Perfil lipídico (acompanhamento de HDL, LDL e triglicerídeos)
  • Avaliação cardiovascular e pressão arterial
  • Função hepática
  • Estradiol no sangue e avaliação de sangramentos persistentes
  • Densidade mineral óssea em casos específicos

Medicamentos Complementares (Opcionais)​

Finasterida e Dutasterida (Inibidores da 5α-Redutase)​

A finasterida e a dutasterida são medicamentos conhecidos como inibidores da enzima 5α-redutase (5α-RIs). Na transição hormonal (TH) para pessoas transmasculinas, elas são usadas para finalidades específicas relacionadas ao controle de efeitos colaterais da testosterona, como a alopecia androgenética, mas possuem um papel diferente dos bloqueadores androgênicos usados em terapias feminizantes, como a ciproterona ou a espironolactona.

Mecanismo de Ação​

  • Bloqueio de DHT: Esses fármacos impedem a conversão da testosterona em diidrotestosterona (DHT), que é um andrógeno significativamente mais potente que a própria testosterona.
  • Diferença de Potência: Existem três subtipos da enzima 5α-redutase. A dutasterida inibe todos os três tipos, enquanto a finasterida inibe apenas dois.
  • Redução de Níveis: A dutasterida é considerada mais "completa", reduzindo os níveis de DHT no sangue em até 98%, enquanto a finasterida reduz entre 65% e 70%.

Indicações na Terapia Hormonal​

  • Combate à Calvície e Pelos: O principal uso desses medicamentos em pessoas transmasculinas é o tratamento ou prevenção da perda de cabelo no couro cabeludo (alopecia androgenética) induzida pela testosterona, além de modular o crescimento excessivo de pelos em algumas áreas.
  • Inibidores enzimáticos periféricos (não são antiandrógenos): A finasterida e a dutasterida não são antiandrógenos. Elas não bloqueiam os receptores de testosterona e não reduzem a testosterona total circulante (pelo contrário: ao inibir a conversão em DHT, os níveis de testosterona livre no sangue podem até sofrer uma leve elevação). Sua ação é estritamente periférica, inibindo a enzima 5α-redutase e reduzindo a formação de di-hidrotestosterona nos tecidos-alvo.
  • Uso em Pessoas Transmasculinas: Podem ser usados por homens trans que desejam manter a testosterona alta mas querem evitar a calvície, embora isso possa prejudicar o crescimento do clitóris e o desenvolvimento de pelos faciais e corporais - efeitos desejados por muitos na masculinização.

Posicionamento das Diretrizes (WPATH SOC8)​

As diretrizes internacionais mais recentes (WPATH SOC8, 2022) não recomendam contra o uso rotineiro de inibidores de 5α-redutase em pessoas transmasculinas. A lógica é oposta à das terapias feminizantes: como os níveis de testosterona (e consequentemente de DHT) são elevados pela TH, esses medicamentos podem oferecer benefício clínico na prevenção de alopecia sem comprometer os objetivos da terapia, desde que os riscos sejam avaliados individualmente.

Riscos e Efeitos Colaterais​

Atenção
  • Saúde Mental: O uso desses medicamentos está associado a um pequeno risco de depressão, ansiedade e ideação suicida. Isso ocorre porque, além de bloquear o DHT, eles inibem a produção de certos neuroesteroides (como a alopregnanolona) que possuem funções importantes na modulação do humor e do estresse no cérebro.
  • Efeitos Sexuais: Podem causar diminuição da libido e redução na sensibilidade genital, o que pode afetar o crescimento e a função do clitóris.
  • Síndrome Pós-Finasterida: Existe um debate sobre efeitos colaterais persistentes após a interrupção, mas os relatos são considerados controversos e baseados em evidências de baixa qualidade.

Dosagens Usuais para Alopecia Androgenética​

  • Finasterida: 1 mg por dia (via oral). Comprimidos de 5 mg são voltados para o tratamento de hiperplasia prostática benigna e não representam a dosagem padrão para prevenção de calvície.
  • Dutasterida: 0,5 mg por dia (via oral).

Minoxidil (Estimulação de Barba e Cabelo)​

O minoxidil é frequentemente utilizado por pessoas transmasculinas para estimular o crescimento da barba ou tratar a perda de cabelo (alopecia androgenética). Ele atua melhorando a circulação sanguínea local nos folículos pilosos, sem interferir nos níveis hormonais de testosterona ou DHT.

  • Formas de uso: Costuma ser aplicado topicamente (loção a 5%) na região da barba ou no couro cabeludo, ou utilizado em comprimidos de baixa dose sob orientação médica.
  • Desenvolvimento dos fios: O crescimento exige paciência e uso contínuo por vários meses para que a penugem inicial se transforme em fios terminais definitivos.
Risco de Morte para Animais de Estimação (Especialmente Gatos)

O minoxidil é extremamente tóxico e pode levar animais à morte com facilidade:

  • Toxicidade aguda: Cães e especialmente gatos não metabolizam o minoxidil. Mesmo pequenas gotas, resíduos no travesseiro ou lambidas na pele tratada podem causar intoxicação grave, falência cardíaca e morte do bicho.
  • Cuidados essenciais: Lave as mãos com água e sabão logo após aplicar, evite que o animal lamba a área tratada e mantenha travesseiros e roupas de cama protegidos até a absorção completa do produto.

Acesso Real nas Farmácias Brasileiras​

No Brasil, todas as formulações de testosterona (tanto injetáveis quanto em gel) são enquadradas na Lista C5 da Portaria SVS/MS nº 344/1998 (substâncias anabolizantes), exigindo formalmente Receita de Controle Especial em duas vias com retenção da 2ª via pela drogaria. No entanto, há diferenças na fiscalização prática do varejo:

  • SUS: O undecilato de testosterona é fornecido em centros de referência especializados do Processo Transexualizador em algumas localidades. O cipionato de testosterona possui oferta pública irregular e restrita a certos municípios, fazendo com que a compra em drogarias particulares ainda seja a via mais comum.
  • Injetáveis no mercado privado: Cipionato de testosterona (Deposteron), mistura de ésteres (Durateston) e undecilato (Nebido/Hormus) sofrem controle estrito em qualquer farmácia, com retenção obrigatória de receita e conferência rigorosa de dados.
  • Gel de testosterona (Androgel®): Embora a norma sanitária determine a mesma exigência de receita de controle especial (Lista C5), muitos usuários relatam encontrar farmácias que aplicam fiscalização mais branda para o gel em comparação às ampolas injetáveis.
Guia Completo de Acesso e Preços

Consulte nosso guia prático de Acesso nas Farmácias e Custos para conferir a tabela de custos médios, comparadores de preços e redes de farmácia.


Fontes e Referências Técnicas​

Referências baseadas em protocolos clínicos internacionais, diretrizes do NHS (Reino Unido) e literatura médica:

Protocolos e Diretrizes Oficiais
  • Protocolo Trans SP (2024): Protocolo para o Cuidado Integral à Saúde de Pessoas Trans, Travestis ou com Vivências de Variabilidade de Gênero no Município de São Paulo. Acesse aqui
  • Portaria SVS/MS nº 344/1998: Regulamenta substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial no Brasil.
  • WPATH SOC8: Standards of Care for the Health of Transgender and Gender Diverse People, Version 8. Acesse aqui
  • UCSF Transgender Care: Information on Testosterone Hormone Therapy. Acesse aqui
  • Johns Hopkins: Quick Guide: Gender Affirming Hormone Therapy (Transgender and Gender Diverse). Acesse aqui
Bulas e Manuais do NHS
  • Bula Deposteron (ANVISA): Acesse aqui (Informações sobre óleo de amendoim).
  • Bula Durateston (ANVISA): Acesse aqui (Informações sobre óleo de amendoim).
  • NHS Nottinghamshire: Masculinising Hormone Treatment for Adults. Acesse aqui
  • NHS Milton Keynes: Shared Care Prescribing Guidance: Trans Masculine. Acesse aqui
  • NHS Tavistock & Portman: Ongoing Hormone Monitoring & Management Information. Acesse aqui
  • NHS Sheffield: Prescribing Guidelines: Trans man medication. Acesse aqui
Guias Informativos e Comunidade
  • Little Mouse: TRANSMASC DIY HRT (No One Can Stop You). Acesse aqui
  • Reddit (Alternative Forms): Brief explanation of alternative forms of hormone therapy. Acesse aqui
  • Harm Reduction Coalition: Navigating Access to GAHT Guide. Acesse aqui
  • FOLX Health: How to Self-Inject Hormones: A Step-by-Step Guide. Acesse aqui
  • Trans Social: TRANS-MASC GUIDE. Acesse aqui
Estudos Científicos (PubMed)
  • Madsen et al. (2021): Erythrocytosis in a Large Cohort of Trans Men Using Testosterone: A Long-Term Follow-Up Study on Prevalence, Determinants, and the Effect of Switching Preparations (J Clin Endocrinol Metab, 106(6):1710-1717; PMID 33599731). Acesse aqui
  • Nolan et al. (2021): Prevalence of polycythaemia with different formulations of testosterone therapy in transmasculine individuals (Intern Med J, 51(6):898-903; PMID 32237098). Acesse aqui
  • Ory et al. (2022): Secondary Polycythemia in Men Receiving Testosterone Therapy Increases Risk of Major Adverse Cardiovascular Events and Venous Thromboembolism in the First Year of Therapy (J Urol, 207(6):1295-1301; PMID 35050717). Acesse aqui
  • Lakshman et al. (2010): The Effects of Injected Testosterone Dose and Age on the Conversion of Testosterone to Estradiol and Dihydrotestosterone in Young and Older Men (J Clin Endocrinol Metab, 95(8):3955-3964). Acesse aqui
  • Defreyne et al. (2020): Vaginal bleeding and spotting in transgender men after initiation of testosterone therapy: A prospective cohort study (ENIGI) (Int J Transgend Health, 21(2):163-175). Acesse aqui
  • Spratt et al. (2017): Subcutaneous Injection of Testosterone Is an Effective and Preferred Alternative to Intramuscular Injection: Demonstration in Female-to-Male Transgender Patients (J Clin Endocrinol Metab, 102(7):2349-2355). Acesse aqui
Segurança Transdérmica e Toxicidade Veterinária em Pets
  • PMC9614385 (2022): Revisão de eventos adversos em animais e crianças após exposição secundária a medicamentos hormonais transdérmicos. Acesse no PMC
  • GOV.UK / VMD (2023): Alerta oficial sobre riscos de tratamentos hormonais tópicos para animais de estimação por exposição acidental. Acesse no GOV.UK
  • PubMed (25695561 / JAAHA): Alopecia e alterações endócrinas em cães secundárias à terapia de reposição hormonal tópica humana. Acesse no PubMed
  • PubMed (34370845 / JAAHA): Exposição acidental ao minoxidil em cães e gatos: análise de 211 casos e toxicidade letal. Acesse no PubMed